“No começo do ano joguei a Taça Vanguarda por Jacareí. Fui muito bem recebida e fomos campeãs desse torneio. A partir daí, mantive contato e após o meio do ano surgiu o convite para jogar em definitivo pela equipe. O Jacareí futsal está se estruturando e em processo de crescimento. A torcida local também faz o seu papel, comparecendo cada vez mais aos jogos e apoiando o futsal feminino. Assim como nas outras equipes por onde passei vou procurar me dedicar ao máximo para ajudar a equipe a conquistar seus objetivos”, ponderou.
A “atrevida do futsal”, como também é chamada, defendeu as cores da seleção brasileira em seis ocasiões principal, sendo que ao longo deste curto espaço de tempo, a ala e já soma alguns títulos importantes com a camisa verde-amarela, dentre eles, o Sul-Americano de seleções:
“Foi uma emoção muito grande. A torcida esteve presente em todos os jogos nos motivando e dando todo o apoio e isso refletiu em quadra, tanto no desempenho individual quanto no coletivo, sem contar que a vibração da torcida brasileira é de arrepiar”, diz Jessiquinha.
Ainda no Sul-Americano, Jessiquinha revela qual o adversário mais difícil desta competição: “Nesse ultimo Sul-Americano, disputado na Venezuela, o adversário mais difícil foi a seleção da Argentina, que possui uma marcação muito forte. Já no Mundial disputado ano passado na Espanha, o adversário mais difícil foi Portugal, que surpreendeu ao vencer o time da casa”, analisou.


