Nesta quarta-feira (5), o ex-craque do Magnus Futsal e da Seleção Brasileira, Falcão, esteve na cidade de Poá (Grande São Paulo), onde foi a principal atração em uma tarde de autógrafos, promovida pela empresa Magnus, em parceria com a Loja Acesso Pet. Aproximadamente 100 pessoas conheceram o eterno camisa 12, que gentilmente fez fotos, conversou e distribuiu autógrafos.
Ao término do evento, Falcão falou sobre esta nova fase da carreira, em que os compromissos são constantes e nos mais variados lugares:
“A gente consegue ver o respeito que a gente jogando. Uma coisa é o público ir ao ginásio, me ver jogar, tirar fotos. Outra coisa é que onde quer que eu vá, ter tanta gente e isso me surpreende positivamente, tanto aqui no Brasil, como fora. Hoje mesmo saio daqui e fico 20 dias fora do Brasil, Milão, Barcelona e Estados Unidos. Semana passada eu cheguei do Kuwait, Dubai e Paris, e assim vai ser até o final do ano. Então, praticamente, até dezembro, sem data pra nada. E todo lugar que tenho ido, tem sido um sucesso. Tirou aquela marcação cerrada do torcedor, mas virou outra forma, que é prazerosa da mesma maneira“.
O ex-ala ainda diz sobre ‘como separar o Falcão do Alessandro Rosa Vieira’:
“Eu pensei que seria mais tranquilo, mas foi ao contrário. Antes, quando eu treinava em jogava, estava sempre na minha casa. E hoje, se tenho 25 eventos em um mês, os 25 eu tenho que sair de casa. E isso tem uma compensação positiva e a negativa de você acaba ficando mais longe fora de casa. Mas tirei praticamente todo o mês de julho para ficar em casa e me recompor um pouco, porque está bastante cansativo também. É legal viajar, mas é legal voltar para casa. Acabei de chegar de uma viagem internacional, e hoje saio de novo. É prazeroso, mas é cansativo. Mas acho que é o bônus de tudo isso, não vejo isso como reclamação. Eu tenho mais dois ou três anos que eu quero fazer e depois dar uma sossegada. E foi como falei, o importante é que onde quer que eu vá, tem arrastado muita gente e isso me deixa muito feliz“, disse.
Falcão falou ainda sobre este crescimento de Ligas Estaduais por todo o Brasil:
“É importante se manter. Hoje o futsal tem 27 Federações ativas, a gente tem uma realidade muito grande, talvez caia um pouco a exposição, mas o futsal existe o antes, o durante e o depois do Falcão. Não vai parar por causa disso. A gente só percebe um pouco menos de vontade da Globo em continuar passando os jogos. Então, a gente espera que apareçam novos ídolos, para chamarem atenção da mídia. Pro futsal em si, para o salonista em si e para as cidades apaixonadas isso não muda, mas para o público geral, que era aquele que sentava no sofá domingo de manhã, para ver a seleção brasileira de futsal jogar, isso me preocupa bastante. Mas o futsal é a paixão, e estou aqui sempre para ajudar e espero que continue crescendo“, encerrou.


