Juliano Martins, o Jabá, acredita no sucesso do futsal mogiano para 2014

Jabá após a apresentação na última semana (Foto: Gilberto Santos)
Depois da apresentação oficial das equipes adulta e sub-20 do Grêmio Mogiano, o técnico Juliano Martins, conhecido como ‘Jabá’, disse acreditar no sucesso do trabalho, principalmente pelo patamar atingido pela equipe nos últimos anos, quando sempre figurou na briga pelos principais títulos do estado. Já treinando para a disputa da Liga Paulista, programada para começar em março, o treinador sabe que seu time está longe de ser considerado zebra.
“Já somos foco dos adversários, que sabiam que era difícil tirar pontos da gente e este ano será quase impossível. Estamos adaptando algumas situações de quadra, mas temos uma equipe com um passe muito bom e que sabe manter a posse de bola. Estamos mesclando juventude e
experiência para termos bons resultados”, garantiu.
A confiança de Jabá também se justifica pelo técnico não depender mais de atletas vindos do sub-20. Na última temporada, o elenco principal contava com apenas três jogadores profissionais. O resto do grupo era formado em sua maior parte com garotos da base mogiana. Já neste ano o Mogi conta com 13 atletas adultos.
“Em 2013 a dificuldade foi enorme, mas era um projeto para que a gente pudesse crescer em 2014. Com 15 atletas no sub-20 e 13 no adulto como agora fica muito mais fácil, pois não teremos o mesmo desgaste”, revelou.

Raízes em Mogi:
Jabá pode falar com propriedade sobre o futsal em Mogi das Cruzes. Há mais de uma década no projeto, ele já passou por diversas funções e sempre se destacou, talvez em retribuição ao que a oportunidade proporcionou ao então estudante.
“Estou desde 2003 no projeto do futsal de Mogi, quando o Amós (Martins, coordenador) abriu as portas para eu trabalhar como preparador de goleiros. Foi muito importante para mim,
pois eu ainda estudava e isso me ajudou a crescer na profissão”, contou.
A longa relação com a agremiação também serve de combustível para o treinador acreditar no sucesso do time, mesmo que a longo prazo. De acordo com ele, ‘quando se passa dificuldades e as supera, se tem mais força para buscar algo maior’.
“Essa história que o Amós iniciou lá em 1994, 1995, nos dá o alicerce para mantermos os pés no chão e sabermos de todas as dificuldades que já passamos, para não nos iludirmos com algumas coisas e conseguirmos manter o foco”, completou.
 
Com informações: Globo Esporte.com

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