"Espero fazer história no Berettyoujfalu", afirma Diece

Francisco Diece de Oliveira Pereira. Ou simplesmente Diece. Natural do Estado do Ceará em 17 de junho de 1986, Diece começou no ‘Espaço Jovem’, mas ganhou projeção no Minas TC, clube onde disputou a sua primeira Liga Nacional em 2007. Além do time mineiro, o ala-esquerdo também defendeu as cores da Copagril (PR), ACBF (RS), Intelli/Orlândia e CAD Guarapuava (PR)

Fora do Brasil, Diece teve destaque no Benfica, de Portugal, durante três temporadas. O atleta passou ainda pelo futsal do Kwait e atualmente defende as cores do MVFC Berettyoujfalu, da Hungria. Pela seleção brasileira, o atleta também acumula boas passagens, incluindo o título de campeão sul-americano sub-20, em 2006, na Venezuela.

No ano de 2007, o até então técnico da seleção brasileira, PC de Oliveira, deu início ao planejamento para os Jogos Pan-Americanos, disputados no Rio de Janeiro. Dias antes da competição, PC convocou quatro atletas sub-20 para acompanharem o elenco principal durante os treinos, em Teresópolis (RJ). Diece era um destes quatro jovens, ao lado do goleiro Guiga, e dos alas Betinho e Mithyuê.

Depois de mais uma vez voltar ao Brasil para atuar no Minas, Diece se transferiu para o Al-Arabi, do Kwait e em seguida, foi para a Hungria. A seguir, faz uma avaliação de como foi sua temporada passada e o que espera de 2021:

Então, cheguei na Hungria em 2019. Na temporada na Europa (2019/2020) eu fui muito bem , agora estamos em 2020 e 2021 acho que estou no meu melhor momento aqui na Hungria. Essa temporada de 2021 promete. Já colocamos MVFC Berettyoujfalu entre os 16 melhores time da Europa e agora podemos fazer história ganhando a Liga e a Copa da Hungria. Mas para isso acontecer, precisamos continuar com o mesmo foco! Na temporada de 2021 espero fazer história com esse camisa, porque que esse clube merece todo o sucesso do mundo“, diz.

Diece também fala sobre o que diferencia o futsal na Hungria em relação aos outros países onde já atuou:

O futsal húngaro, a cada ano está evoluindo. Acho que a Hungria  já merece um carinho especial, porque a Liga e a Copa da Hungria estão bastante competitivas. Sobre a diferença, é a língua. Porque o futsal está em alto nível, e  como quaisquer outras ligas, a Hungria está em evolução e o país é muito bom. Os húngaros gostam muito de futsal, então acho que não tem muita diferença. Eu só acho que o idioma é difícil“, explica.

O atleta relembra os momentos de isolamento social no início da pandemia e diz que não houve muita dificuldade em relação aos treinos: “Felizmente não tive muita dificuldades, não. O clube deu todo o suporte sobre aparelhos de treinos. Cada atleta tinha uma bicicleta de treino em casa, tinha peso para fazer exercícios , tinha tudo dentro de casa. Sobre isso foi tranquilo para mim e para todos os atletas“.

Nos meses de setembro e outubro deste ano, deve acontecer mais uma edição da Copa do Mundo de Futsal FIFA, na Lituânia; Com grande experiência na Europa, Diece avalia as seleções que podem fazer frente para o Brasil:

Acho que têm alguns que podem sim, fazer frente ao Brasil, até porque, as Ligas estão bem equilibradas e fortes. Exemplos: Rússia, Espanha, Itália e Portugal. Acredito que que esses países podem fazer frente ao Brasil. Quanto à Copa do Mundo, eu vejo como o auge da carreira de um atleta. A Copa do Mundo é onde onde todos os atletas querem estar“, concluiu.

*Diece é mais um atleta C5

Foto: Divulgação/CBFS

 

 

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